Desta vez, quem nos honrou com a visita foram: Marcus Vinícius (do Uatarréu), Leonardo Rosa (do UmTudo) e Lou Mello ( d'A GrutadoLou). Agradeço à todos por passarem aqui, e já adianto que serão bem-vindos futuramente.
Se é normal os dominadores provocarem a destruição da cultura legítima de um povo, talvez seja por isso que outras nações estejam assistindo pacificamente o genocídio que os chineses provocam há anos no Tibet.
Luma,
LuzdeLuma.
Agora, uma coisa que é verdade é que o pessoal gosta de cadeia.
Seja por influência de Datena, de William Borner ou Fátima, por qualquer coisa se luta para prender um cidadão - muitas vezes sem saber a história direito (como foi o caso dos
Irmãos Naves).
Muita gente não entende porquê de soltarem sempre o homicida/traficante/estuprador/ou-sei-lá-mais-o-que dias após o prenderem. Isso, porque não conhecem as leis, assunto abordado
por aqui.
Bom, geralmente, para começar, prendem o
elemento porque ele era
suspeito. Seja porque ele tinha algum desafeto com a vítima, seja porque viram ele passando por ali ou porque ele olhou meio torto pra um policial.
Mas então... se é suspeito, porque fazem todo aquele show? Aí é com o tal do Datena (ô carinha bom pra falar besteira, cá entre nós) - antes mesmo do suspeito dar seu depoimento, ele já foi xingado de tudo na televisão. É impressionante.
Então, passa o tempo da prisão provisória/cautelar/preventiva - entre 5 e 30 dias(já que, por algum acaso do destino, não encontram nenhuma prova), e o sujeito é liberado. Aí o problema é do Judiciário. Porque o juiz é um vagabundo, o advogado é um cachorro comprado,...
Mas... porque é assim? Oras, deixem o suspeito preso mesmo, uéSe alguém resolver ler a
Constituição (juuuro de pé junto que é de fácil leitura, quase nada de linguagem técnica), vai ver que o indivíduo não pode ficar preso indefinidademente sem que haja condenação sobre ele.
Por quê? Oras, imagina! O sujeito (até então) não fez nada e é preso! Coisa de Ditadura, não? E pra um país volúvel que nem o nosso, até que não fica muito difícil "bater uma saudade" nos militares - os quais já andam chiando por
não terem brinquedinhos novos
Read More